Hey, people!
Quem diria, já estou de volta aqui no blog. Hoje é jogo rápido, quero apenas indicar para vocês alguns filmes muito bacanas que vi ultimamente. Sei que muita gente não curte documentários, acha monótono e coisa e tal, MÃS, sei também que essas pessoas não gostam justamente porque nunca assistiram a um que preste (ou a algum com formato diferente do off/depoimento/off/depoimento/off/ZzZzZzzzzzz….)
Sendo assim, segue uma listinha com filmes imperdíveis (eu disse IMPERDÍVEIS!):
Night Mail (1936) – um filme de John Grierson (a.k.a. O CARA) que narra o funcionamento dos correios na Inglaterra. O documentário tem 25 minutos e mostra todo o caminho que uma carta percorre, desde a postagem até a entrega.
33 (2001) – Kiko Goifman utiliza a linguagem noir para mostrar sua busca pela mãe biológica. O nome do filme se refere a três fatos relativos a esta procura: Kiko decidiu encontrar a mãe aos 33 anos de idade, sua mãe adotiva nasceu em 1933 e a busca durou exatos 33 dias.
À Margem da Imagem (2002) – Este documentário tem duas versões; optem pela curta, de 15 minutos (a longa é bacana, mas um pouco maçante para quem não está acostumado a assistir a filmes do gênero). Só digo uma coisa sobre o filme: Evaldo Mocarzel conseguiu um dos finais mais incríveis do cinema brasileiro.
Santiago (2007) – João Moreira Salles esmiúça em frente as câmeras a vida do homem que foi mordomo de sua família por décadas a fio. O documentário é um recorte de uma obra inacabada e uma verdadeira aula de cinema.
Oma (2011) – Um curta de Michael Wahrmann (que resume a história em “Ela fala alemão, eu falo espanhol. Ela não escuta, eu não entendo.”). Melhor exemplo ever de “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”.
Abaixo, um documentário genial sobre as prostitutas idosas da Praça da Luz. Dica do meu querido Marcelo Cidral:
Por hoje é só, espero que gostem! :)
Tags: documentário, documentários, Evaldo Mocarzel, João Moreira Salles, John Grierson, Kiko Goifman
setembro 7, 2011 às 12:47 pm |
esse doc é maravilhoso, ultrassensível, imperdível mesmo. foi uma das referências que usei no meu TCC. ensina, entre outras coisas, que temos que deixar o personagem falar e expor sua própria beleza, muitas vezes ele mesmo dá o caminho, e não temos que querer dirigir ou interferir.